As execuções em todo mundo diminuíram quase um terço, no ano passado, para o número mais baixo da última década, indica o relatório da Amnistia Internacional sobre a situação da pena de morte em 2018. O documento, publicado hoje, contabiliza os casos tornados públicos, com exceção da China, onde o tema ainda é considerado segredo de Estado. Mas as estimativas apontam para milhares de mortes. [...] Mas nem tudo foram boas notícias. A Amnistia Internacional registou aumentos nas execuções em vários países: Bielorrússia, Japão, Singapura, Sudão do Sul e Estados Unidos da América. A Tailândia realizou a sua primeira execução desde 2009, enquanto o presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, declarou que retomaria a aplicação desta sentença mais de 40 anos depois, tendo sido mesmo publicado um anúncio em busca de carrascos, já em fevereiro de 2019.
quinta-feira, 11 de abril de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
terça-feira, 2 de abril de 2019
Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 | 30 anos
Nascemos há 30 anos, em Abril de 1989. E o que vimos,ouvimos, lemos e trabalhámos! Fizemos tantas coisas nas últimas décadas, tantas! Ajudámos a libertar pessoas, fomos a esperança de outras! Visitámos dezenas de escolas, falámos para milhares de jovens, lançámos pontes. Temos mesmo de gostar de nós nestes tempos de tantos muros - que vamos continuar a mandar abaixo até chegarmos ao que interessa, as pessoas e os seus direitos fundamentais. Estejam connosco, fiquem connosco, por mais trinta anos, pelo tempo que for preciso.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Parabéns, apesar de tudo
À vista do que se propôs, e do que aí está, parece um texto morto. E no entanto ninguém pode garantir que sem ela, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, essa velhinha sorridente que faz hoje anos, 70, a coisa não estivesse mais preta. Apesar de tudo nascemos hoje mais iguais em dignidade e em direitos do que em 1948. Os direitos humanos já não são só de barões, de homens, homens brancos, branquinhos e baptizados, e europeus, graças a Eleanor, P. C. Chang, Cassin, Malik e outros, um saco de gatos por quem na altura ninguém deu muito. Faltam ainda muitos direitos no texto, pois faltam, os de terceira e os de quarta geração, e até já se fala dos de quinta, mas eles virão todos, é uma questão de tempo mesmo que não calhe no nosso. E que o direito à busca da felicidade seja um deles pois não somos menos do que o bom povo de Virgínia. Não sei se se andou pouco, sei que se andou um bocado e só não se irá mais longe se a marca de água dos dias que correm, o pessimismo, falar mais alto. Há pactos, ainda hoje vai nascer um em Marraquexe, ainda que coxo, e instrumentos de acompanhamento, e até de castigo, mesmo que pelo meio haja muita música. E há muita! É tudo muito larvar, tudo muito no princípio, tudo muito cheio de armadilhas, olhem só o que aconteceu aos jovens peritos da ONU no Zaire, a Zaira e o Sharp, traídos por quem os mandou para lá! Mas se o caminho não for o começado há 70 anos, é qual? Portanto e por muito que isso custe a relativistas, islamistas e outros istas, parabéns, declaração - apesar de tudo!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Sessões em escolas
Dezembro foi sempre um mês de agenda cheia para o Grupo 19. Este também vai ser assim. Já no próximo dia 30 vamos estar na Escola Secundária Ferreira Dias, no Cacém. Dez dias depois, e no espaço de poucas horas, teremos sessões alusivas aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos na Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Paço de Arcos, e, à tarde, na EB 2,3 Maria Alberta Meneres, na Tapada das Mercês, neste caso a par de outras associações comprometidas com a defesa, protecção e promoção de direitos básicos - ver o cartaz que reproduzimos. Enfim no dia 12 iremos à Secundária de Caneças. Todas as escolas são nossas conhecidas. Isto para acabar o ano. Para o próximo já temos também encontros agendados com estudantes de outras escolas.
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