Era directo e franco, exigente e trabalhador, e tinha os direitos humanos no coração. Morreu o nosso querido companheiro e amigo Fernando Faria de Castro, várias vezes tesoureiro de outras tantas direcções da Amnistia Internacional Portugal. Atravessou connosco muitas lutas, esteve no centro de muitas soluções. Nunca condescendia em matéria de princípios, algo que é parte do tamanho das almas. Tanto que lhe devemos enquanto membros e amigos, pela entrega, pelo exemplo. Ficará connosco. Continuará connosco.
Mostrar mensagens com a etiqueta Amnistia Internacional Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amnistia Internacional Portugal. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 7 de abril de 2020
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Zé, nosso Brave!
Foi hoje mas há 18 anos, e num dia como este, que o Zé se foi embora, sabe-se lá para onde, nunca mais mandou postais – mandava sempre postais quando se ausentava, lembram-se? Foi-se embora “traído por um coração maior do que o seu corpo imenso”, escreveu Pedro Palma num cartoon em que dias depois homenageou o amigo, o comandante e o homem que fez dos direitos humanos a luta da sua vida. Foi há 18 anos e parece que foi ontem, que isto do tempo engana muito, que o José Manuel Cabral deixou esta casa, em que entrou quase logo que ela nasceu, e esta família, que fez a sua. “Hoje estou aqui, amanhã logo se vê”, repetia muitas vezes, ele que vivia para o momento excepto quando trabalhava para um mundo sem homens a atropelar outros. E com que fé e generosidade o fazia, a bordo do Lusitânia Expresso, a caminho das águas ocupadas de Timor-Leste, desfilando com archotes nas ruas de Alcobaça, nas escolas, nas entrevistas, criando núcleos como o de Sintra ou à frente da secção portuguesa desta AI. Eh, pá, Zé, nosso Brave, que saudades!
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Novo director executivo da AI Portugal
A Amnistia Internacional Portugal anuncia que Pedro A. Neto assume funções como diretor executivo da secção portuguesa, cargo para o qual foi designado, de cerca de uma centena de candidatos, por um júri internacional da organização de direitos humanos. O Grupo 19 deseja ao novo diretor as maiores felicidades no desempenho das suas novas tarefas, a bem dos direitos humanos e da organização a que agora se junta.
quinta-feira, 31 de março de 2016
segunda-feira, 18 de maio de 2015
AI Portugal: 34 anos
Hoje é dia de festa! Foi há 34 anos que a Amnistia Internacional surgiu em Portugal.
Susana C. Gaspar, Presidente da Direção, apagou as velas. Deixou acesa aquela que não se apaga nem em dia de festa. Porque muito foi conseguido em 34 anos, mas muito continua por fazer. Fica a promessa - e o desejo - de continuar a tentar fazer deste um mundo melhor.
Agora é a vossa vez: qual o vosso desejo para a Amnistia Internacional Portugal? Leiam mais desejos em bit.ly/1bZKeip.
© Ricardo Rodrigues da Silva
quinta-feira, 30 de abril de 2015
AI Portugal tem uma nova direcção
Susana C. Gaspar, coordenadora do Grupo 19, é a nova Presidente da Direcção da Amnistia Internacional Portugal, cargo em que sucede a Victor Nogueira. Integram a sua equipa Manuel Cunha, Fernando Faria de Castro, Paulo Jorge de Sousa Pinto, Filipa Santos, Joana Coutinho e Daniela Jerónimo.
O Grupo 19 saúda a nova direcção e louva o trabalho do Victor Nogueira e directores cessantes no crescimento e consolidação da secção portuguesa.
Susana C. Gaspar nasceu em Lisboa, em 1987. É membro da Amnistia Internacional Portugal desde 2010. É atriz, professora e mediadora cultural, associando, frequentemente, o seu ativismo ao seu trabalho artístico.
É coordenadora do Grupo Local 19 | Sintra desde 2012. No Grupo 19 coordenou iniciativas como a Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos e a adoção de casos individuais, realizando, também, sessões de Educação para os Direitos Humanos em escolas do concelho. Nos últimos anos, participou em diferentes encontros e formações da Amnistia Internacional, com destaque para o European Youth Meeting, em 2010.
É também membro da Dínamo (Associação Juvenil), na qual faz parte da Bolsa de Formadores, facilitando formações sobre cidadania e Direitos Humanos. Licenciada em Ciências da Cultura e Mestre em Educação Artística, tem, ainda, formação em Educação para o Desenvolvimento (aidglobal), Curso e-Learning de Sensibilização sobre Asilo e Refugiados (CPR) e Educação Global: A Dimensão dos Direitos Humanos (The Network University). Recentemente, foi participante na formação internacional “Leadership Development Course - Explorer’s Journey for Systemic Change: tackling the root causes” (DEEEP/Smart CSO’s Lab/Development Perspectives).
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Pela libertação de Raif Badawi
A Amnistia Internacional Portugal exigiu no dia 11, em frente da embaixada da Arábia Saudita, em Belém, a libertação imediata de Raif Badawi, o blogger saudita preso e vergastado por pedir, na net, a liberalização do regime. O Grupo 19 também esteve lá. A Arábia Saudita ocupa o lugar 164 no ranking dos RSF, 2015, sobre a liberdade de expressão. (Fotos de Ricardo Dias da Silva)
sábado, 6 de dezembro de 2014
Maratona de Cartas 2014 - os casos
No último trimestre do ano, milhões de pessoas em todo o mundo assinam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco para chamar a atenção para estes casos, com vista a combater violações de direitos humanos e melhorar suas condições de vida .
Este ano, na Maratona de Cartas da Amnistia Internacional, adotámos os casos de Moses Akatugba, mulheres da comunidade de Mkhondo, Liu Ping e Chelsea Manning. Junte-se a nós!
Moses Akatugba, Nigéria
Após 8 anos detido sem julgamento, Moses Akatugba foi condenado em 2013 à pena de morte por assalto à mão armada – um crime que nega ter cometido. À Amnistia Internacional, Moses contou que foi torturado: foi atado e suspenso do teto, tendo-lhe sido extraídas as unhas das mãos e dos pés. Foi depois forçado a assinar duas confissões previamente redigidas.
Mulheres da comunidade de Mkhondo, África do Sul
Grávidas e recém-mamãs estão a morrer na comunidade de Mkhondo, na África do Sul, por não terrem acesso a serviços de saúde pré-natal. A questão do acesso a cuidados médicos está também relacionada com o elevado risco de infecção pelo VIH SIDA e de gravidezes não planeadas. Mais de 10% das raparigas com menos de 18 anos estão grávidas.
Liu Ping, China
A ativista Liu Ping foi condenada a mais de 6 anos de prisão em 2014, como resultado da sua luta contra a corrupção. É um dos elementos do “Movimento dos Novos Cidadãos” uma rede de activistas pelos direitos humanos cujos membros têm sido perseguidos e detidos pelas autoridades chinesas. Foi torturada enquanto esteve detida.
Chelsea Manning, E.U.A.
Em 2013, Chelsea Manning, que então integrava o exército norte-americano, divulgou documentos confidenciais no site Wikileaks. A condenação foi de 35 anos de pena prisão. Algum do material que Manning publicitou indiciava possíveis e graves violações de direitos humanos e do direito internacional humanitário, cometidas pelos soldados norte-americanos, e pelas forças militares iraquianas e afegãs que combateram ao lado do exército dos E.U.A., bem como pela C.I.A., no contexto das operações de contra-terrorismo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Live Freedom III
A ativista chinesa que luta contra a corrupção fez 50 anos esta terça-feira, 2 de dezembro. Continua presa, pelo que o melhor presente de aniversário que lhe podemos dar é continuar a lutar pela sua libertação - assine a petição em seu nome e venha conhecer melhor o caso no Live Freedom III!
Ainda pode reservar bilhetes a preço especial! Escreva para livefreedom@amnistia-internacional.pt. Recordamos que o bilhete para membros e apoiantes da secção portuguesa da Amnistia Internacional custa 8 euros (7 euros se forem comprados 5 de uma só vez), ao invés do preço de bilheteira (10 euros).
Assine o apelo por Liu Ping! Trata-se de uma comum cidadã chinesa, que trabalhava numa fábrica e que complementava o seu ordenado de cerca de 100 euros como vendedora de rua. Um dia foi atacada por arruaceiros e as autoridades nada fizeram. Liu Ping começou a defender os direitos dos trabalhadores. No ano passado, organizou uma manifestação em que pedia aos governantes que tornassem públicos os seus rendimentos. Foi presa, torturada e condenada a 6 anos e meio de prisão. O crime? "Provocar discussões e problemas".
Junte-se a nós no pedido de libertação de Liu Ping. Assine a petição e integre a Maratona de Cartas 2014!
Até breve,
Teresa Pina
Directora Executiva
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Amnistia Internacional Portugal subscreve comunicado da APMJ sobre acórdão do STA
Objecto da decisão do STA: os direitos sexuais e reprodutivos de mulher com 50 anos.
A Amnistia Internacional Portugal (AI Portugal) subscreve na íntegra o comunicado emitido no passado dia 20 de outubro pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas sobre o acórdão do Supremo Tribunal Administrativo publicado no dia 9 do mesmo mês, no qual se decidiu diminuir o montante da indemnização por danos não patrimoniais atribuído a uma mulher vítima de má prática médica.
A Amnistia Internacional Portugal (AI Portugal) subscreve na íntegra o comunicado emitido no passado dia 20 de outubro pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas sobre o acórdão do Supremo Tribunal Administrativo publicado no dia 9 do mesmo mês, no qual se decidiu diminuir o montante da indemnização por danos não patrimoniais atribuído a uma mulher vítima de má prática médica.
Igualdade e não discriminação são princípios que, de acordo com a lei internacional, devem nortear o respeito pelos direitos humanos, incluindo todas as matérias atinentes aos direitos sexuais e reprodutivos. O tema assume tanto maior importância para a Amnistia Internacional quanto é o principal tópico de uma das suas campanhas mundiais lançadas este ano, intitulada "O Meu Corpo, os Meus Direitos". Como tal, não poderia a AI Portugal deixar de identificar como legítimos os argumentos invocados pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas no referido documento.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Expectativas da Amnistia Internacional com candidatura de Portugal ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas
Portugal precisa “passar da teoria à prática” em matéria de direitos humanos, defende a diretora executiva da secção portuguesa da Amnistia Internacional, Teresa Pina, em entrevista à agência de notícias Lusa, a poucos dias de se conhecer o desfecho da candidatura de Portugal ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
A decisão é conhecida terça-feira, 21 de outubro. Portugal é candidato a uma das duas vagas disponíveis para o grupo dos estados a que regionalmente pertence, juntamente com a Holanda. 15 dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU terminam o mandato este ano. Caso Portugal seja eleito, o mandato é de 3 anos, para o triénio 2015-2017.
A secção portuguesa da Amnistia Internacional mantém, em relação a Portugal, as preocupações já reiteradas na 27ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a 18 de setembro (ver vídeo, declarações aos 36m40s), sobre o impacto negativo das medidas de austeridade nos direitos humanos, especialmente sobre os direitos económicos e sociais dos grupos mais vulneráveis da sociedade portuguesa. A Amnistia Internacional Portugal apela ao Governo para que ponha em prática uma avaliação dos efeitos dos seus planos e políticas de recuperação económica.
A sobrelotação prisional e o uso excessivo da força e maus tratos por parte das forças de segurança são outros dos temas a suscitar preocupações à Amnistia Internacional Portugal. Acrescente-se a discriminação racial - designadamente de comunidades ciganas, pessoas de ascendência africana e migrantes -, e a importância de criar um mecanismo nacional de recolha de dados que permita analisar a extensão dessa discriminação. Importa ainda ressalvar a necessidade de proibir todos os crimes de ódio.
A secção portuguesa da Amnistia Internacional mostrou-se já desiludida com a rejeição por parte de Portugal da recomendação relativa à coadoção de crianças por casais do mesmo sexo e insta o país a reconsiderar o tema, com vista a alterar a lei nacional e a reconhecer o direito de todas as pessoas a formar uma família, sem qualquer tipo de discriminação, tal como prevê a lei internacional.
Em relação à diplomacia e relações externas, Portugal pode ter um papel importante, designadamente no âmbito da lusofonia, na promoção e proteção dos direitos humanos nos países da CPLP-Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, particularmente em Angola e na Guiné Equatorial.
Expectativas que a secção portuguesa da Amnistia Internacional resumiu aquando do processo da Revisão Periódica Universal de Portugal, um dos mais importantes exames em matéria de direitos humanos feito pelos Estados-membros do Conselho, que prevê a participação da sociedade civil (ver Declaração Pública da Amnistia Internacional de 18 de setembro de 2014, em inglês).
Ler aqui.
Ler aqui.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
15º Campo de Trabalho para Jovens
Até 30 de outubro estão abertas as inscrições para o 15.º Campo de Trabalho da Amnistia Internacional Portugal. Jovens de todo o país vão juntar-se durante quatro dias, em São Pedro do Sul, para debater temas relacionados com os direitos humanos.
De 6 a 9 de novembro, a Pousada da Juventude de São Pedro do Sul vai receber cerca de 60 jovens para a 15ª edição do Campo de Trabalho da Amnistia Internacional Portugal “Vamos defender os direitos humanos”.
Destinado a jovens dos 15 aos 18 anos, o campo pretende sensibilizar para a defesa e promoção dos direitos humanos e mobilizar para o ativismo. As ferramentas são jogos, dinâmicas, trabalhos de grupo, entre outras metodologias. Fazem parte do programa deste ano temas como o papel dos jovens no ativismo, a igualdade de género e as duas mais recentes campanhas da Amnistia Internacional: direitos sexuais e reprodutivos e tortura.
A inscrição no campo de jovens tem o valor total de 30 euros. Estão incluídos: alojamento na Pousada de São Pedro do Sul e refeições. A chegada e partida do campo são da responsabilidade dos participantes, tendo a Amnistia Internacional monitores em alguns pontos da cidade. O prazo de inscrição termina a 30 de outubro.
Em 14 edições receberam já formação em direitos humanos cerca de 1.500 jovens. Daqui resultaram Grupos de Estudantes que, das escolas de norte a sul do país, ajudam a Amnistia a promover e defender os direitos humanos. Mais informações no email do campo ou pelo 213 861 652.
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Parabéns ao grupo de Chaves
Os activistas da Amnistia Internacional de Chaves celebraram o seu primeiro aniversário com um grito contra a tortura, uma das campanhas em curso da secção portuguesa. Foi no dia 4, num bar da cidade, com activistas e apoiantes. O nosso 19 também lá esteve. Aqui ficam algumas fotos do encontro, que contou ainda com a participação de Toni Alonso, do grupo de Vigo, Galiza. Parabéns à coordenadora, Paula Dias, e a todos os seus elementos. Mais um, mais cinco, mais dez, mais muitos anos de vida e trabalho pelos direitos humanos!!
![]() |
O cartaz do aniversário do novo Grupo de Chaves, saído do núcleo ali fundado no dia 4 de Outubro de 2013 |
![]() |
O programa e a sessão de formação, com convite à comunidade |
![]() |
A data celebrada: 4 de Outubro de 2013 |
![]() |
Paula Dias e Daniel Oliveira |
![]() | ||
Sessão de trabalho, dominada pela campanha contra a tortura
|
![]() |
Um ano de trabalho em imagens - muitas, muitas acções em tão pouco tempo de vida |
![]() |
Recolha de assinaturas pelo jovem nigeriano Moses Akatugba, condenado à morte e, à data, na iminência de ser executado |
![]() |
Fernando Sousa e Brigite Bazenga |
![]() | ||
Denúncias e protestos sobre 11 metros de pano negro, com exposição sobre métodos de tortura
|
quinta-feira, 17 de abril de 2014
O meu corpo, os meus direitos
Mais de 281 mil pessoas em todo o mundo – 906 em Portugal – assinaram a petição da campanha O Meu Corpo, os Meus Direitos, entregue pelo secretário-geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty, nas Nações Unidas. A todos: muito obrigado!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
AI promove sessão de formação sobre direitos humanos
A Amnistia Internacional Portugal vai realizar uma sessão de informação sobre direitos humanos destinada aos seus membros, no próximo dia 28 de novembro, pelas 19h00. A mesma terá lugar na sede nacional, na Rua dos Remolares, 7 - 2º, em Lisboa, e terá a duração de uma hora e trinta minutos.
Se quer saber mais sobre a AI, as suas campanhas e a situação dos direitos humanos no mundo, como tornar-se um ativista pelos direitos humanos, conhecer outros ativistas e membros da comunidade global de defensores dos direitos humanos. não perca esta oportunidade! Contamos consigo! E traga um amigo para participar neste encontro! É uma oportunidade para saber mais e agir melhor.
Dado o número limitado de lugares, a organização pede a confirmação da presença para os telefones 213 861 664 ou 213 861 652.
A sede nacional informa ainda que em breve realizará sessões semelhantes noutras localidades. Porto e Coimbra serão as primeiras paragens.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Dá o teu nome à Liberdade
A Amnistia Internacional Portugal lançou hoje a nova campanha “Dá o teu nome à Liberdade”.
Tem como objetivo sensibilizar sobre o potencial da assinatura online e a forma como se pode fazer a diferença na vida das vítimas de violações de direitos humanos para sempre.
A campanha visa criar um banco de assinaturas para as petições da nossa organização. Após o registo neste website, os interessados dão o seu nome à liberdade e começam a receber regularmente a informação de casos de pessoas cujos direitos humanos estão a ser violados. As suas assinaturas passam a constar de forma automática em cada uma das petições, bastando apenas que confirmem que a desejam assinar.
Esta campanha é dirigida a pessoas que ainda não tenham relação com a Amnistia, pois os membros e apoiantes já recebem estas petições.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Grupo 32 | Leiria de parabéns
Voto de parabéns
As estruturas de base da Amnistia Internacional são a representação da organização junto das comunidades locais, proximidade que melhor permite à AI sensibilizar e mobilizar os cidadãos para a sua luta a favor dos Direitos Humanos. São as veias do seu activismo.
Neste sentido, atento à militância de facto dos núcleos, grupos locais e sectoriais que lutam com constância e dedicação por um mundo melhor do que aquele que encontraram, o Grupo 19 | Sintra aprovou, na sua reunião bimestral de Janeiro, por unanimidade, um voto de parabéns ao trabalho que o Grupo 32 | Leiria tem desenvolvido com a etnia cigana.
Criada em 2001, sólida no seu funcionamento, participativa e dinâmica, a estrutura leiriense vem promovendo há vários anos um melhor conhecimento da cultura roma na sua comunidade e comprometendo-se em parcerias com as suas estruturas representativas, apoiando o associativismo cigano e a capacitação académica dos seus membros, pilares de integração e de melhor compreensão de direitos e liberdades, e deste modo da sua própria defesa.
O Grupo 32 | Leiria é assim um exemplo de activismo no quadro da Visão e Missão da Amnistia Internacional.
Sintra, 26 de Janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Grupo de Estudantes da Escola Secundária de Mem-Martins
Vivos, ansiosos por um mundo mais livre e mais fraterno no pressuposto de que todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos e que, dotadas de razão e consciência, devem agir umas com as outras com espírito de fraternidade, e assim que todos os atropelos aos direitos humanos devem ser denunciados e combatidos, jovens da Escola Secundária de Mem-Martins acabam de constituir um grupo de estudantes da Amnistia Internacional.
Já com uma larga tradição nesta luta, por exemplo quando ajudou o Grupo 19 | Sintra a libertar o peruano Carlos Garay, em 2010, os novos activistas e a sua nova estrutura juntam-se assim aos 3 milhões de membros e milhares de estruturas que, no mundo, são a contra-corrente da opressão, da perseguição e da morte de todo aquele que nasce efectivamente livre e igual em direitos.
A estrutura sintrense da AI saúda o novo grupo e os seus membros - Inês Couto, Joana Periquito, Leonor Cardoso, Andreia Albino e a incansável professora Teresa Saraiva - a quem deseja um bom trabalho e promete todo, todo o apoio.
Bem-vindos.
E vamos ao trabalho.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Maratona de Cartas
A Amnistia Internacional Portugal tem em curso mais uma Maratona de Cartas. A ideia é tão simples como essencial para salvar uma vida, um destino. E custa nada ou pouco. Basta ir à página da AI Portugal e assinar pelos casos escolhidos. Leia-os e repare como com um simples gesto pode ligar para sempre a sua vida à de alguém que espera pelo seu clique, a sua assinatura, a sua solidariedade. É simples e pode vale tudo. Ales Bialiatski, Gao Zhisheng, Juan Herrera, Narges Mohammadi e Girifina dependem de si. Tem até ao dia 16 para os ajudar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















