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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Malasia deve acabar com a pena de morte

A Malásia deve cumprir a promessa de abolir a pena de morte, depois de se ter comprometido com a medida no final de 2018. Só assim será possível deixar para trás um passado negro com a aplicação obrigatória em casos de crimes de tráfico de droga, homicídio ou traição.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Número de execuções diminuíu no mundo no ano passado - Relatório da Amnistia Internacional sobre a Pena de Morte

As execuções em todo mundo diminuíram quase um terço, no ano passado, para o número mais baixo da última década, indica o relatório da Amnistia Internacional sobre a situação da pena de morte em 2018. O documento, publicado hoje, contabiliza os casos tornados públicos, com exceção da China, onde o tema ainda é considerado segredo de Estado. Mas as estimativas apontam para milhares de mortes. [...] Mas nem tudo foram boas notícias. A Amnistia Internacional registou aumentos nas execuções em vários países: Bielorrússia, Japão, Singapura, Sudão do Sul e Estados Unidos da América. A Tailândia realizou a sua primeira execução desde 2009, enquanto o presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, declarou que retomaria a aplicação desta sentença mais de 40 anos depois, tendo sido mesmo publicado um anúncio em busca de carrascos, já em fevereiro de 2019.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Condenada à Morte - Biblioteca

Um dos casos que mobilizou a Amnistia Internacional em 2014 foi o da sudanesa Meriam Ishag, condenada à morte por apostasia. Os nossos activistas lembram-se com certeza dele. Porém talvez não saibam quem o desencadeou e porque acabou bem. “Condenada à Morte” (Asa, 2015), da jornalista italiana Antonella Napoli, dirigente também da organização não-governamental Italianos pelo Darfur, explica todos os passos, desde a venenosa denúncia de um meio-irmão da jovem, que a acusou de ter renegado o islamismo e se ter convertido ao cristianismo, à anulação da sentença ditada pela impiedosa sharia. Não é uma prosa inspirada, nem moderada nas emoções. A autora cola também demasiado o seu trabalho militante à libertação. Mas ajuda a perceber o caldo de anacronismos, paixões invertebradas e interesses mesquinhos, incluindo os políticos, que envolvem muitas violações dos Direitos Humanos. 



quarta-feira, 1 de abril de 2015

Aumento alarmante nas sentenças de morte com governos a lançarem mão da pena capital para combater o crime e o terrorismo

Um número alarmante de países recorreram à pena de morte para combater ameaças reais ou percecionadas à segurança de Estado e relacionadas com terrorismo, crime ou instabilidade interna em 2014, conclui a Amnistia Internacional no relatório de análise anual das sentenças de morte e execuções no mundo. No seio da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), a Guiné Equatorial procedeu à execução de nove pessoas, duas semanas antes de ter sido declarada uma “moratória temporária” à pena de morte no país. (Texto integral aqui


A punição final e irreversível: um guia sobre a pena de morte

O recurso à pena de morte é cada vez mais reduzido no mundo inteiro, com metade do globo tendo abolido já a pena capital de alguma forma. Ainda assim, a Amnistia Internacional registou em 2014 umas 20.000 pessoas nos corredores da morte, aguardando a punição mais cruel e desumana que existe, e da qual não há retrocesso. Aqui se dão respostas às principais perguntas sobre a pena capital. (Texto integral aqui)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Death Penalty: Countries continue to execute people with mental and intellectual disabilities