segunda-feira, 3 de junho de 2019

Tiananmen: 30 anos

Há trinta anos que pedimos à República Popular da China que investigue os trágicos acontecimentos de Junho de 1989, que puna o que houver a punir, liberte quem tiver ainda sob custódia e abandone toda a perseguição aos defensores da democracia e dos direitos humanos. Hoje, voltamos a fazê-lo. E fá-lo-emos por anos e anos até sermos ouvidos e virmos resultados disso. O desenho é da pintora colombiana Vitoria Matamoros. 


terça-feira, 28 de maio de 2019

Chamem-nos, e hoje, como há 58 anos, diremos: Presentes!


O esmagamento da Primavera de Pequim foi há trinta anos

Quase trinta anos depois do esmagamento da Primavera de Pequim, nos dias 3 e 4 de Junho de 1989, continuam por esclarecer e castigar os responsáveis pela morte, prisão ou desaparecimento de milhares de pessoas que pediam pacificamente a democratização do regime chinês. Sensíveis à história e aos direitos humanos, e solidários com as vítimas da Praça da Paz Celestial, os alunos da Escola Profissional Gustave Eiffel juntaram-se aos protestos dinamizados pelo Co-grupo China da Amnistia Internacional Portugal assinando dezenas de postais exigindo ao Presidente Xi Jinping a investigação profunda dos factos dessa data trágica, o castigo dos responsáveis e a indemnização dos sobreviventes ou dos familiares. 


Jovens solidários

Fim de sessão na Escola Profissional Gustave Eiffel, Queluz, com os alunos do professor Nelson Marujo. Muito interesse, muita participação. Outra sessão memorável do Grupo 19, a quarta em poucos dias. 


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Bons encontros

Uma excelente sessão na secundária Miguel Torga, já nossa conhecida, no dia 17, e outra igualmente feliz na profissional Gustave Eiffel, secção de Queluz, hoje de manhã. Tema comum: os direitos da mulher no contexto geral dos direitos humanos. Obrigado professora Maria João Carapinha, da Torga, obrigado Nelson Marujo e alunos da Eiffel que assinaram o postal exigindo às autoridades chinesas luz e justiça sobre os acontecimentos de Tiananmen, de 1989. Pelo meio, um novo encontro com o Rotary Clube de Sintra, que este ano completa aqui 40 anos. Parabéns, rotários.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Número de execuções diminuíu no mundo no ano passado - Relatório da Amnistia Internacional sobre a Pena de Morte

As execuções em todo mundo diminuíram quase um terço, no ano passado, para o número mais baixo da última década, indica o relatório da Amnistia Internacional sobre a situação da pena de morte em 2018. O documento, publicado hoje, contabiliza os casos tornados públicos, com exceção da China, onde o tema ainda é considerado segredo de Estado. Mas as estimativas apontam para milhares de mortes. [...] Mas nem tudo foram boas notícias. A Amnistia Internacional registou aumentos nas execuções em vários países: Bielorrússia, Japão, Singapura, Sudão do Sul e Estados Unidos da América. A Tailândia realizou a sua primeira execução desde 2009, enquanto o presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, declarou que retomaria a aplicação desta sentença mais de 40 anos depois, tendo sido mesmo publicado um anúncio em busca de carrascos, já em fevereiro de 2019.