segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
Obrigado!
Terminou a MOSTRA-ME de 2014. A todos os que estiveram connosco na projecção dos cinco filmes da XIII Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos, o nosso sensibilizado obrigado e um pedido: levem longe o que viram e ouviram. A defesa dos Direitos Humanos compete a todos. Um obrigado especial ao Grupo de Estudantes da Amnistia da Escola Secundária de Santa Maria pela ajuda que nos deu na realização de mais um evento desta série, iniciada no princípio dos anos de 1990. E um renovado agradecimento também ao Centro Cultural Olga Cadaval pelo acolhimento que mais uma vez nos dispensou. Boas Festas, Bom Ano Novo a todos.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
MOSTRA-ME - XIII Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos
19 de Dezembro – 21h30
BORBOLETA | BUTTERFLY (sobre a guerra civil no Sri Lanka)
Realização Visnhu Vasu | Sri Lanka | 2014 | 60 min.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
Maratona de Cartas 2014 - os casos
No último trimestre do ano, milhões de pessoas em todo o mundo assinam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco para chamar a atenção para estes casos, com vista a combater violações de direitos humanos e melhorar suas condições de vida .
Este ano, na Maratona de Cartas da Amnistia Internacional, adotámos os casos de Moses Akatugba, mulheres da comunidade de Mkhondo, Liu Ping e Chelsea Manning. Junte-se a nós!
Moses Akatugba, Nigéria
Após 8 anos detido sem julgamento, Moses Akatugba foi condenado em 2013 à pena de morte por assalto à mão armada – um crime que nega ter cometido. À Amnistia Internacional, Moses contou que foi torturado: foi atado e suspenso do teto, tendo-lhe sido extraídas as unhas das mãos e dos pés. Foi depois forçado a assinar duas confissões previamente redigidas.
Mulheres da comunidade de Mkhondo, África do Sul
Grávidas e recém-mamãs estão a morrer na comunidade de Mkhondo, na África do Sul, por não terrem acesso a serviços de saúde pré-natal. A questão do acesso a cuidados médicos está também relacionada com o elevado risco de infecção pelo VIH SIDA e de gravidezes não planeadas. Mais de 10% das raparigas com menos de 18 anos estão grávidas.
Liu Ping, China
A ativista Liu Ping foi condenada a mais de 6 anos de prisão em 2014, como resultado da sua luta contra a corrupção. É um dos elementos do “Movimento dos Novos Cidadãos” uma rede de activistas pelos direitos humanos cujos membros têm sido perseguidos e detidos pelas autoridades chinesas. Foi torturada enquanto esteve detida.
Chelsea Manning, E.U.A.
Em 2013, Chelsea Manning, que então integrava o exército norte-americano, divulgou documentos confidenciais no site Wikileaks. A condenação foi de 35 anos de pena prisão. Algum do material que Manning publicitou indiciava possíveis e graves violações de direitos humanos e do direito internacional humanitário, cometidas pelos soldados norte-americanos, e pelas forças militares iraquianas e afegãs que combateram ao lado do exército dos E.U.A., bem como pela C.I.A., no contexto das operações de contra-terrorismo.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Live Freedom III
A ativista chinesa que luta contra a corrupção fez 50 anos esta terça-feira, 2 de dezembro. Continua presa, pelo que o melhor presente de aniversário que lhe podemos dar é continuar a lutar pela sua libertação - assine a petição em seu nome e venha conhecer melhor o caso no Live Freedom III!
Ainda pode reservar bilhetes a preço especial! Escreva para livefreedom@amnistia-internacional.pt. Recordamos que o bilhete para membros e apoiantes da secção portuguesa da Amnistia Internacional custa 8 euros (7 euros se forem comprados 5 de uma só vez), ao invés do preço de bilheteira (10 euros).
Assine o apelo por Liu Ping! Trata-se de uma comum cidadã chinesa, que trabalhava numa fábrica e que complementava o seu ordenado de cerca de 100 euros como vendedora de rua. Um dia foi atacada por arruaceiros e as autoridades nada fizeram. Liu Ping começou a defender os direitos dos trabalhadores. No ano passado, organizou uma manifestação em que pedia aos governantes que tornassem públicos os seus rendimentos. Foi presa, torturada e condenada a 6 anos e meio de prisão. O crime? "Provocar discussões e problemas".
Junte-se a nós no pedido de libertação de Liu Ping. Assine a petição e integre a Maratona de Cartas 2014!
Até breve,
Teresa Pina
Directora Executiva
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