quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Live Freedom III


Os Xutos & Pontapés, os Linda Martini e Ricardo Araújo Pereira juntaram-se à Amnistia Internacional e vão pedir a libertação de Liu Ping. O apelo vai ser feito durante o concerto Live Freedom III, no próximo dia 10, às 21h30, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.

A ativista chinesa que luta contra a corrupção fez 50 anos esta terça-feira, 2 de dezembro. Continua presa, pelo que o melhor presente de aniversário que lhe podemos dar é continuar a lutar pela sua libertação - assine a petição em seu nome e venha conhecer melhor o caso no Live Freedom III!

Ainda pode reservar bilhetes a preço especial! Escreva para livefreedom@amnistia-internacional.pt. Recordamos que o bilhete para membros e apoiantes da secção portuguesa da Amnistia Internacional custa 8 euros (7 euros se forem comprados 5 de uma só vez), ao invés do preço de bilheteira (10 euros).

Assine o apelo por Liu Ping! Trata-se de uma comum cidadã chinesa, que trabalhava numa fábrica e que complementava o seu ordenado de cerca de 100 euros como vendedora de rua. Um dia foi atacada por arruaceiros e as autoridades nada fizeram. Liu Ping começou a defender os direitos dos trabalhadores. No ano passado, organizou uma manifestação em que pedia aos governantes que tornassem públicos os seus rendimentos. Foi presa, torturada e condenada a 6 anos e meio de prisão. O crime? "Provocar discussões e problemas".

Junte-se a nós no pedido de libertação de Liu Ping. Assine a petição e integre a Maratona de Cartas 2014!

Até breve,

Teresa Pina

Directora Executiva

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

MOSTRA-ME 2014



A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19, em colaboração com o Centro Cultural Olga Cadaval, promove a realização da MOSTRA-ME – XIII Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos, no ano em que o grupo da Amnistia de Sintra comemora 25 anos. Durante três dias serão exibidos documentários, alguns deles inéditos, sobre temas distintos realizados em diversos países com o intuito de fornecer uma perspetiva alargada sobre alguns dos desafios que se colocam aos Direitos Humanos na atualidade. A programação pretende potenciar a consciência da comunidade sobre os Direitos Humanos, essencial para uma sociedade mais bem informada e formada. Tal como nas edições anteriores, está prevista a presença de realizadores e especialistas para analisarem, com a Amnistia Internacional, alguns dos filmes após a sua projeção. Serão ainda realizadas atividades complementares relacionadas com temas e campanhas da Amnistia Internacional em curso.


Programa:


19 de dezembro – 21h30

BORBOLETA | BUTTERFLY (sobre a guerra civil no Sri Lanka)

Realização Visnhu Vasu | Sri Lanka | 2014 | 60 min. 


20 de dezembro – 18h00

Sessão dupla SOS EUROPA

A FERRO E FOGO – AS VÍTIMAS OCULTAS DA AUSTERIDADE NA GRÉCIA

Realização Guy Smallman e Kate Mara | Grécia | 2013 | 40 min. 


MAR FECHADO (sobre a chegada de migrantes e refugiados a Itália)

Realização Stefano Liberti e Andrea Segre | Itália | 2012 | 60 min. 

Seguido de debate sobre refugiados e requerentes de asilo na Europa


20 de dezembro – 21h30

O DIÁRIO DE SCHEHERAZADE (sobre a condição de prisioneiras no Líbano) 

Realização Zeina Daccache | Líbano | 2013 | 80 min.


21 de dezembro – 16h00

UMA INQUISIÇÃO TRANQUILA (sobre a questão do aborto na Nicarágua)

Realização Alessandra Zeka e Holen Sabrina Kahn | EUA/Nicarágua | 2014 | 66 min.

Seguido de debate sobre os direitos sexuais e reprodutivos

Classificação etária: > 12 anos

Preço único: 2,00 euros

Educação para os Direitos Humanos

O Grupo 19 esteve nas últimas semanas na Escola Emídio Navarro, em Almada, na Escola Secundária Ferreira Dias, no Cacém, para um auditório de 90 alunos e na E.B. 2.3. de Azeitão, com 80 estudantes, repartidos por três sessões. Do programa de Educação em Direitos Humanos da estrutura sintrense estão agendadas sessões na Escola Secundária da Amadora, em Sintra, e António Costa, em Almada, no dia 10 de Dezembro, e no Fogueteiro, no dia 11. A Educação em Direitos Humanos é uma das prioridades da Visão da organização, em particular nas escolas.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Guinea Ecuatorial albergará la Copa de África 2015


No El País: "El Jefe de Estado y presidente de la República de Guinea Ecuatorial, Teodoro Obiang, ha recibido este viernes en audiencia al presidente de la CAF, Issa Hayatou, en relación con la posibilidad de que Guinea Ecuatorial albergue la Copa de África de 2015. A raíz de los intercambios fraternales y fructíferos, Obiang ha dado su visto bueno para la organización de la competición", indicó la CAF en un comunicado. (Texto integral)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Angola: pasto de violações aos direitos humanos


O Governo do Presidente José Eduardo dos Santos tem de parar prontamente com as execuções extrajudiciais, os desaparecimentos forçados, as detenções arbitrárias e a tortura daqueles que se opõem ao regime de 35 anos do chefe de Estado às mãos das forças de segurança do país, insta a Amnistia Internacional na esteira do novo relatório que documenta a situação de direitos humanos em Angola desde 2011 até ao presente.

“Punishing dissent: suppression of freedom of association, assembly and expression in Angola” (Punindo a dissidência: a supressão da liberdade de associação, de reunião e de expressão em Angola) investiga como os angolanos que ousaram desafiar o regime do Presidente José Eduardo dos Santos e exigir responsabilização dos agentes do Estado acabaram por se tornarem alvos de repressão nos últimos quatro anos.

“Em Angola, estamos perante um Estado que se virou contra o seu próprio povo, um Governo que não aceita críticas da parte dos seus cidadãos, onde os gritos genuínos dos angolanos são respondidos com detenções arbitrárias, mortes extrajudiciais e desaparecimentos forçados”, denuncia o diretor da Amnistia Internacional para a África Austral, Deprose Muchena.

Este relatório documenta também práticas de maus-tratos e de violência contra manifestantes detidos.

O documento investiga uma série de casos, incluindo os de Silva Alves Kamulingue e de Isaías Sebastião Cassule, que participaram na organização de manifestações em 2012. Ambos desapareceram, tendo sido mais tarde revelado que tinham sido mortos por agentes do Estado.

Um outro indivíduo, Manuel de Carvalho “Ganga”, foi alvejado a tiro e morto por um agente da Unidade de Segurança Presidencial (USP), quando estava com um grupo de outras pessoas a colar cartazes nas proximidades do palácio presidencial, a 22 de novembro de 2013.

“As autoridades angolanas têm de lançar investigações exaustivas, imparciais e independentes a estas mortes e garantir que os suspeitos autores destes crimes são julgados sem mais demoras. As pessoas não podem ser mortas, torturadas nem perseguidas apenas por expressarem as suas opiniões”, sustenta Deprose Muchena.

A Amnistia Internacional insta também o Governo do Presidente José Eduardo dos Santos a dar ordens às forças de segurança para porem termo imediatamente ao recurso à força excessiva durante as manifestações e cumprirem em absoluto as regras internacionais sobre o uso de força letal.

“Como país membro fundamental na Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, Angola tem de dar o bom exemplo e assumir as responsabilidades de proteger totalmente os direitos humanos dos seus cidadãos, incluindo a liberdade de reunião, a liberdade de expressão e o direito de participar em manifestações pacíficas. Angola tem de respeitar e fazer respeitar os direitos fundamentais consagrados na sua própria Constituição assim como nos tratados internacionais e regionais de direitos humanos dos quais é país signatário”, reitera o diretor da Amnistia Internacional para a África Austral. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Arrancou a Maratona de Cartas 2014


A ReAJ-Rede de Ação Jovem da Amnistia Internacional Portugal levou no dia 11 de Novembro, no Cais do Sodré, uma ação da Maratona de Cartas, a grande campanha anual e global da organização de direitos humanos que mobiliza para a defesa daqueles que vêem as suas liberdades fundamentais desrespeitadas em várias partes do mundo.

Pelas mãos dos jovens ativistas da AI foi possível assinar as petições dos quatro casos trabalhados na maratona deste ano, além de descobrir melhor e integrar o movimento mundial da organização, que conta com sete milhões de membros, apoiantes e activistas no mundo inteiro.

Este evento da ReAJ marcou também o arranque do site da Amnistia Portugal dedicado à Maratona de Cartas, que só em 2013 envolveu dois milhões e meio de pessoas a nível global, mais de 96 mil em Portugal. A acção contou ainda com uma demonstração da “bateria de música, bateria de dor”, um kit de percussão fruto da concepção da Agência de Publicidade Leo Burnett, com desenho e construção de Rui Pina.

Depois de uma performance inaugural no Chiado, e viagens a Viana do Castelo e a Viseu, a “bateria da música e da dor”, montada com objectos do quotidiano usados em práticas de tortura, regressou a Lisboa para esta acção da ReAJ, onde foi tocada pelo músico Guilherme Leal, dos PuntzkaPuntz.