quarta-feira, 28 de maio de 2014

Obrigado, por Meriam



Mais de 30.000 pessoas assinaram em Portugal o apelo para salvar Meriam Ibrahim, condenada à morte no Sudão. Este é um número muito significativo para as petições da Amnistia Internacional em Portugal e esse é o melhor presente que podíamos desejar ao celebrarmos o 53ª aniversário, hoje, 28 de maio, da Amnistia Internacional.

Queremos agradecer-lhe caso já tenha dado a sua assinatura a esta causa; queremos pedir-lhe que, se não o fez ainda, o faça aqui e agora: http://bit.ly/Meriam_Ibrahim – iremos enviar estas assinaturas para as autoridades sudanesas, juntamente com milhares de outras que a Amnistia Internacional está a recolher em tudo o mundo. Queremos salvar Meriam! 

É esta a importância que uma simples assinatura tem, um único gesto, de uma só pessoa. Porque a força da Amnistia Internacional é precisamente esta: o empenho de muitas pessoas que atuam para alcançar um único objetivo – que os direitos humanos sejam respeitados em todo o mundo.

O caso de Meriam não é o único atentado aos direitos humanos. E a Amnistia Internacional está atenta e sabe que pode contar consigo, sempre. Por isso lhe pedimos que, mais uma vez, dê a sua voz pela defesa dos direitos humanos. Pedimos-lhe que atue também pelas mais de 200 raparigas estudantes que foram raptadas por um grupo armado na Nigéria para serem vendidas como escravas sexuais ou forçadas a casar. Assine também esta petição –http://bit.ly/ChibokNigeria – e partilhe com 5 amigos ou familiares. Quantos mais formos, mais pressão conseguimos exercer e mais poder teremos para mudar as coisas. 
Obrigado. Sempre convosco, pelos direitos humanos!


O Presidente da Direção da Amnistia Internacional Portugal

  
(Victor Nogueira)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

The Innocence Project: Wrongful Convictions


The Innocence Project was created by Barry C. Scheck and Peter J. Neufeld in 1992 at the Benjamin N. Cardozo School of Law to examine cases in which DNA testing could yield conclusive proof of innocence.

The project, a non-profit legal clinic, gives law students the opportunity to handle the case work, while supervised by a team of attorneys and clinic staff. The project goes through thousands of applications each year from inmates seeking its services.

Project Takes Only DNA Cases"Most of our clients are poor, forgotten, and have used up all of their legal avenues for relief," the project web site explains. "The hope they all have is that biological evidence from their cases still exists and can be subjected to DNA testing."

Before The Innocence Project will take on a case, it is subjected to extensive screening to determine if DNA testing would prove the inmate's claim of innocence. Thousands of cases may be in this evaluation process at any given time.















domingo, 11 de maio de 2014

O 19 quer saber o paradeiro de Juan Almonte Herrera!


A Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 | Sintra adoptou o caso do dominicano Juan Almonte Herrera, desaparecido nas mãos da polícia há quase cinco anos. Juan Almonte Herrera, contabilista de profissão e membro do Comité Dominicano de Direitos Humanos, dirigia-se para o seu escritório, no dia 28 de Setembro de 2009, quando uma patrulha de quatro agentes o interceptou e levou. Nunca mais foi visto. Familiares e advogados interpuseram, no dia 2 de Outubro seguinte, um pedido de habeas corpus para a sua libertação. No fim do mesmo mês, foram encontrados dois corpos calcinados, tendo uma irmã de Juan dito que um era o dele, o que não foi confirmado pelo Instituto de Patologia Forense. Um tribunal ordenou à polícia que o libertasse imediatamente, o que não aconteceu. A Comissão Interamericana dos Direitos Humanos pressionou o Governo dominicano a esclarecer o paradeiro do desaparecido. A Amnistia Internacional acredita que Juan foi detido devido ao seu activismo em direitos humanos. A República Dominicana é palco de graves atropelos aos direitos fundamentais e de grande e escandalosa impunidade. Os crimes não são nem investigados nem julgados, nem portanto punidos. Familiares e advogados, e ainda jornalistas que têm procurado por Juan Herrera têm sido vigiados e ameaçados. A AI exige às autoridades dominicanas que libertem imediata e incondicionalmente o activista. O Grupo 19 partilha este caso com outras estruturas operacionais portuguesas como o Núcleo da AI de Chaves e o da Escola Secundária de Mem-Martins, e estrangeiras, como o grupo de Lugo, da Galiza.

#BringBackOurGirls!



#BringBackOurGirls! Dezenas de pessoas participaram no dia 10, em Lisboa, numa marcha de protesto contra o rapto das mais de 200 estudantes na Nigéria, às mãos de um grupo terrorista. O desfile, promovido pela Amnistia Internacional Portugal, entre os Restauradores e o Rossio, contou a participação de membros e simpatizantes da organização de Direitos Humanos, a que se juntaram rapidamente outros cidadãos e turistas, que assinaram uma petição pedindo às autoridades nigerianas que assumam as suas responsabilidades e tudo façam para resgatar as jovens. Participaram na acção várias figuras públicas, entre elas a eurodeputada Ana Gomes. O Grupo 19 | Sintra foi uma das estruturas da AI Portugal presentes. #BringBackOurGirls!