segunda-feira, 12 de maio de 2014

The Innocence Project: Wrongful Convictions


The Innocence Project was created by Barry C. Scheck and Peter J. Neufeld in 1992 at the Benjamin N. Cardozo School of Law to examine cases in which DNA testing could yield conclusive proof of innocence.

The project, a non-profit legal clinic, gives law students the opportunity to handle the case work, while supervised by a team of attorneys and clinic staff. The project goes through thousands of applications each year from inmates seeking its services.

Project Takes Only DNA Cases"Most of our clients are poor, forgotten, and have used up all of their legal avenues for relief," the project web site explains. "The hope they all have is that biological evidence from their cases still exists and can be subjected to DNA testing."

Before The Innocence Project will take on a case, it is subjected to extensive screening to determine if DNA testing would prove the inmate's claim of innocence. Thousands of cases may be in this evaluation process at any given time.















domingo, 11 de maio de 2014

O 19 quer saber o paradeiro de Juan Almonte Herrera!


A Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 | Sintra adoptou o caso do dominicano Juan Almonte Herrera, desaparecido nas mãos da polícia há quase cinco anos. Juan Almonte Herrera, contabilista de profissão e membro do Comité Dominicano de Direitos Humanos, dirigia-se para o seu escritório, no dia 28 de Setembro de 2009, quando uma patrulha de quatro agentes o interceptou e levou. Nunca mais foi visto. Familiares e advogados interpuseram, no dia 2 de Outubro seguinte, um pedido de habeas corpus para a sua libertação. No fim do mesmo mês, foram encontrados dois corpos calcinados, tendo uma irmã de Juan dito que um era o dele, o que não foi confirmado pelo Instituto de Patologia Forense. Um tribunal ordenou à polícia que o libertasse imediatamente, o que não aconteceu. A Comissão Interamericana dos Direitos Humanos pressionou o Governo dominicano a esclarecer o paradeiro do desaparecido. A Amnistia Internacional acredita que Juan foi detido devido ao seu activismo em direitos humanos. A República Dominicana é palco de graves atropelos aos direitos fundamentais e de grande e escandalosa impunidade. Os crimes não são nem investigados nem julgados, nem portanto punidos. Familiares e advogados, e ainda jornalistas que têm procurado por Juan Herrera têm sido vigiados e ameaçados. A AI exige às autoridades dominicanas que libertem imediata e incondicionalmente o activista. O Grupo 19 partilha este caso com outras estruturas operacionais portuguesas como o Núcleo da AI de Chaves e o da Escola Secundária de Mem-Martins, e estrangeiras, como o grupo de Lugo, da Galiza.

#BringBackOurGirls!



#BringBackOurGirls! Dezenas de pessoas participaram no dia 10, em Lisboa, numa marcha de protesto contra o rapto das mais de 200 estudantes na Nigéria, às mãos de um grupo terrorista. O desfile, promovido pela Amnistia Internacional Portugal, entre os Restauradores e o Rossio, contou a participação de membros e simpatizantes da organização de Direitos Humanos, a que se juntaram rapidamente outros cidadãos e turistas, que assinaram uma petição pedindo às autoridades nigerianas que assumam as suas responsabilidades e tudo façam para resgatar as jovens. Participaram na acção várias figuras públicas, entre elas a eurodeputada Ana Gomes. O Grupo 19 | Sintra foi uma das estruturas da AI Portugal presentes. #BringBackOurGirls!