#BringBackOurGirls! Dezenas de pessoas participaram no dia 10, em Lisboa, numa marcha de protesto contra o rapto das mais de 200 estudantes na Nigéria, às mãos de um grupo terrorista. O desfile, promovido pela Amnistia Internacional Portugal, entre os Restauradores e o Rossio, contou a participação de membros e simpatizantes da organização de Direitos Humanos, a que se juntaram rapidamente outros cidadãos e turistas, que assinaram uma petição pedindo às autoridades nigerianas que assumam as suas responsabilidades e tudo façam para resgatar as jovens. Participaram na acção várias figuras públicas, entre elas a eurodeputada Ana Gomes. O Grupo 19 | Sintra foi uma das estruturas da AI Portugal presentes. #BringBackOurGirls!
domingo, 11 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Dónde está Juan? O silêncio do Governo dominicano de Danilo Medina é estranho, quase cúmplice, insuportável!
| Os activistas de Chaves, Lugo e Sintra no centro da cidade nortenha |
Três estruturas da Amnistia Internacional juntaram-se em Chaves, por iniciativa do núcleo local da organização, para perguntarem às autoridades da República Dominicana onde está Juan Almonte Herrera, um defensor dos Direitos Humanos desaparecido, nas mãos da polícia, há cinco anos. Desde então a AI pergunta pelo seu paradeiro, desde então não tem qualquer resposta. Juntando forças, os activistas flavienses, a que se somaram companheiros de Lugo, do outro lado da fronteira, e do Grupo 19, de Sintra, informaram a população e recolheram assinaturas a serem enviadas às autoridades de Santo Domingo perguntando de novo onde está Juan. E continuarão a perguntar enquanto não receberem uma resposta esclarecedora. Dónde está? Juan Almonte Herrera, contabilista de profissão e membro do Comité Dominicano de Direitos Humanos, dirigia-se para o seu escritório, no dia 29 de Setembro de 2009, quando uma patrulha de quatro agentes o interceptou e levou. Nunca mais foi visto. Familiares e advogados interpuseram, no dia 2 de Outubro seguinte, um pedido de habeas corpus para a sua libertação. No fim do mesmo mês, foram encontrados dois corpos calcinados, tendo uma irmã de Juan dito que um era o dele, o que não foi confirmado pelo Instituto de Patologia Forense. Um tribunal ordenou à polícia que o libertasse imediatamente, o que não aconteceu. A Comissão Interamericana dos Direitos Humanos pressionou o Governo dominicano a esclarecer o paradeiro do desaparecido. A Amnistia Internacional acredita que Juan foi detido devido ao seu activismo em direitos humanos. A República Dominicana é palco de graves atropelos aos direitos fundamentais e de grande e escandalosa impunidade. Os crimes não são nem investigados nem julgados, nem portanto punidos. Familiares e advogados, e ainda jornalistas que têm procurado por Juan Herrera têm sido vigiados e ameaçados. A AI exige às autoridades dominicanas que libertem imediata e incondicionalmente o activista. Entre as estruturas mundiais da Amnistia que adoptaram o caso contam-se a de Chaves e a de Sintra, que, no dia 3, juntamente com o grupo galego de Lugo, o levaram à rua, na cidade nortenha, onde o explicaram à população e recolheram assinaturas e cartas a serem enviadas às autoridades dominicanas. Ajude-nos a encontrar Juan. Dónde está Juan? Dónde está? O silêncio do Governo Danilo Medina é insuportável.
| O Governo dominicano tem de responder sobre o paradeiro de Juan |
sexta-feira, 2 de maio de 2014
We are demanding justice for journalists under threat
Pakistan is one of the most dangerous countries in the world to be a journalist. We are demanding justice for journalists under threat. Sign up and support our World Press Freedom Day Thunderclap now! http://bit.ly/1lddfIv #ProtectJournalists
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