segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Norma agradece à Amnistia Internacional

Norma Cruz escreve à AI Portugal - Grupo 19 | Sintra


Ameaçada pelo seu trabalho, na Guatemala, a favor dos direitos humanos, Norma Cruz enviou à Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 | Sintra uma nota de agradecimento pelas cartas de apelo que a estrutura mandou às autoridades do país exigindo medidas de protecção da militante. Norma é agora alvo de protecção policial, um dos motivos da campanha do 19

Amigos y Amigas de Amnesty Internacional

En nombre propio, de la Fundación y de mi familia, queremos reconocer y agradecer su solidaridad con nuestro trabajo y con nuestra vida, a través de la campaña sistemática que han mantenido a raíz de las amenazas de muerte de las cuales fuimos objeto en los últimos años.

Quiero compartirles que gracias a sus acciones - envío de cartas a las autoridades, tarjetas de solidaridad, etc. - contamos con la seguridad de miembros de la Policía Nacional Civil tanto en lo personal como en la institución, así mismo cuando se requiere de que alguna mujer victima de violencia tenga seguridad se nos ha facilitado y todo ello por el apoyo de ustedes.

No podríamos realizar el trabajo que hacemos rompiendo la impunidad, sino fuera por las condiciones de seguridad que el gobierno nos da como consecuencia de la campaña realizada por ustedes. En pocas palabras puedo garantizarles que hoy es posible llevar asesinos, violadores y agresores ante la justicia con menos presión por la seguridad que tenemos. Siempre hay riesgos, pero con el apoyo de ustedes se ha logrado involucrar al Estado.
Agradecemos nuevamente el apoyo, las acciones que han contribuido para salvar nuestras vidas.

Con todo mi cariño

Norma Cruz


Para conhecer melhor Norma Cruz - El Periódico
Para conhecer melhor o trabalho de Norma Cruz - Fundação Sobrevivientes
Para conhecer melhor a solidariedade internacional com Norma Cruz Nobel Women´s Initiative

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Opositora à exploração ilegal de madeira na Amazónia corre perigo de vida

«Laísa Santos Sampaio, membro do Grupo de Trabalhadoras Artesanais Extractivistas, que promove o desenvolvimento sustentável da floresta da Amazónia, tem sido alvo de espancamentos e ameaças de morte.
A irmã de Laísa, Maria do Espírito Santo da Silva e o cunhado, o famoso ativista José Cláudio Ribeiro da Silva foram assassinados em maio de 2011 por denunciarem práticas ilegais de exploração de madeira.

Após este incidente Laísa fugiu, mas teve que regressar por não ter meios para se sustentar.

Laísa acredita que as pessoas que a têm ameaçado são as mesmas que mataram os seus irmãos. Em abril de 2012 pediu para ser incluída no Programa Nacional para a Proteção dos Defensores de Direitos Humanos, mas a resposta ao seu pedido foi negativa.
 
Apele às autoridades para que ofereçam proteção à Laísa e para que os responsáveis pelas ameaças e morte dos seus irmãos sejam levados à justiça.»
 
 
Assine a petição no site da Amnistia Internacional Portugal:


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mais de 600 mil assinaturas para um mundo mais seguro!

"Têm de erguer as vossas vozes. Têm de supervisionar e monitorizar este Tratado logo que ele seja implementado. Têm esse legítimo direito enquanto cidadãos do mundo". Foram estas as palavras de Ban Ki-moon, Secretário-geral das Nações Unidas, ao receber, ontem, 3 de julho, as 620 mil assinaturas do Apelo Global pelo Tratado de Comércio de Armas, das quais 6.000 são provenientes de Portugal, incluindo muitas recolhidas pelo Grupo 19, Sintra. 

Mais informação aqui e aqui.

Amnistia Internacional Portugal

domingo, 27 de maio de 2012

Sintrenses com a Amnistia Internacional



O trabalho da Amnistia Internacional voltou a atrair a atenção dos visitantes da VII Encontro de Alternativas de Sintra, que terminou no dia 27, no jardim da Biblioteca Municipal. Dezenas de pessoas procuraram o seu stand para informações sobre a Visão e a Missão desta organização de direitos humanos, em concreto do Grupo 19, a estrutura sintrense da AI. Outras tantas assinaram quer a petição por um tratado internacional sobre o comércio de armas que discipline o seu comércio quer as cartas que os activistas do G19 estão a enviar para a Angola para obter esclarecimentos sobre vários casos de prisões arbitrárias e continuadas detenções de natureza política e sem culpa formada.

sábado, 26 de maio de 2012


A Amnistia Internacional Portugal - Grupo 19 | Sintra estará  presente no VII Encontro de Alternativas em Sintra, a decorrer nos jardins da Biblioteca Municipal de Sintra, de 25 a 27 de Maio. Apareçam e colaborem no nosso evento "Um Selo pela Liberdade" - das 15h às 18h haverá uma caixa de correio à espera das vossas assinaturas. Contamos convosco.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Relatório Anual 2012: Amnistia Internacional diz que não há lugar para a tirania e a injustiça

«É necessário um Tratado de Comércio de Armas forte numa altura em que o Conselho de Segurança da ONU parece estar cada vez menos à altura do desafio

A coragem demonstrada pelos manifestantes nos últimos 12 meses tem sido acompanhada por uma falha de liderança que faz com que o Conselho de Segurança da ONU pareça cansado, descompassado e cada vez mais inadequado à sua função, afirma a Amnistia Internacional no lançamento do 50º relatório global sobre os direitos humanos, apelando a um Tratado de Comércio de Armas forte ainda este ano.»